Reprodução / Jornal O Globo
Ele não ligava para o que diziam os papéis. Já na primeira infância, brincava de se chamar Tiago. Em 2020, quando tinha 9 anos, o desejo rompeu os limites da fantasia: o menino preencheu com o nome que queria para si nas etiquetas de livros, cadernos e da agenda escolar. A família, que acolheu o pedido com alegria, pensou que Tiago, aluno da rede municipal do Rio de Janeiro, não teria problemas no colégio. O que sua mãe relatou ter ouvido na sala da direção, porém, deixou-a estarrecida.

