Reprodução / Jornal O Globo

Kelly Cristina de Sá Lacerda trabalhava como agente comunitária de saúde numa clínica da família no bairro de Senador Camará, na Zona Oeste do Rio, onde morava. Atuava também como líder religiosa, com ações voltadas ao atendimento da população — sobretudo crianças e adolescentes da região, alguns deles dependentes químicos. Certo dia, estava a caminho do trabalho quando, ainda perto de casa, foi atingida por um tiro na barriga. Mãe de dois filhos, Kelly, cuja missão era zelar pela vida da comunidade garantindo que seus vizinhos estivessem sempre com saúde, teve a própria vida ceifada aos 40 anos por algo que, no Rio de Janeiro, parece já ser compreendido como um fenômeno da natureza: a violência.


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