Reprodução / Jornal O Globo
RIO — Um galpão sem pavimentos e com escoras de madeira por todo o seu interior, com ferros retorcidos e rachaduras no revestimento das paredes, além de tijolos e vigas expostos. Assim está o prédio bicentenário do Museu Nacional, que inicia sua reconstrução nesta sexta-feira, três anos após o incêndio. Adiadas repetidamente, sobretudo por causa da pandemia de Covid-19, as obras começam pelas fachadas e o telhado do maior bloco do prédio, o bloco 1, que abrigava a parte histórica do circuito.

