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RIO — O Ministério Público do Rio Grande do Sul denunciou seis pessoas pela morte de João Alberto Silveira Freitas, conhecido como Beto Freitas, por homicídio triplamente qualificado, com agravantes de motivo torpe, “ligado ao preconceito racial”, uso de meio cruel (asfixia), agressão brutal e recurso que dificultou o socorro à vítima. O relatório do MP sobre o caso, assinado pelo promotor André Martinez, foi divulgado na manhã desta quinta-feira (17) na sede do órgão, em Porto Alegre, perto da data em que o crime completa um mês.

