
Da rua para a terra: homens que viveram nas ruas reconstroem a vida em horta no Rio
Reinaldo e Robson cuidam da horta em Cascadura — Foto: Créditos: Edu Kapps/SMS

Reinaldo e Robson cuidam da horta em Cascadura — Foto: Créditos: Edu Kapps/SMS

Procura por diagnóstico de autismo quase triplica no Rio, mas maioria dos casos não se confirma

Conhecida por ser nativa digital, a geração Z (nascidos entre 1995 e 2010) cresceu deslizando habilmente os dedos em telas. No entanto, digitar com fluidez em um teclado físico, uma habilidade considerada básica, especialmente entre millennials, tem se tornado um desafio inesperado para muitos jovens que ingressam no mercado de trabalho ou na universidade.

Prefeitura do Rio divulga estudo que relaciona calor extremo a aumento da mortalidade em hospitais

O Centro de Tratamento de Queimados (CTQ) do Hospital Municipal Pedro II (HPMII), em Santa Cruz, na Zona Oeste no Rio realizou nesta quinta-feira, seu primeiro transplante de pele “post mortem”. Segundo a Secretaria Municipal de Saúde (SMS), um é um método inovador de tratamento de pacientes queimados que consiste na implantação de tecido epitelial captado de corpos de doadores.

Família de Catarina reunida após 7 meses de internação da pequena; ela agora continuará seu tratamento em casa — Foto: Divulgação

Um economista que trabalha no mercado financeiro, enriquece, fica viciado no perigoso jogo do comércio de ações, perde o dinheiro, o casamento e o contato com a família, e vai viver na rua. Uma mulher que, com dois diplomas de ensino superior e histórico de experiências profissionais, não consegue trabalhar porque precisa cuidar de seu filho autista, até se ver financeiramente presa a um casamento abusivo. Histórias de filme. Mas essa era a realidade para Mauro e Camila até o dia em que conheceram, cada qual de um jeito, o projeto Suporte de Pares, presente na rede de Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) do município do Rio. A partir dali, a vida tomou outro rumo. Num mesmo lugar, encontraram suporte emocional e, uma vez recuperados, a chance de que precisavam: foram contratados pela própria Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS) e hoje ajudam outras pessoas a traçar novos destinos.

Milhares de mosquitos Aedes aegypti foram soltos nesta terça-feira (2) no Caju, na Zona Portuária do Rio. Esses mosquitos vieram de um laboratório, não transmitem doenças e ajudam na redução dos casos de dengue.

Médicos do Hospital Municipal Salgado Filho (HMSF), no Rio de Janeiro, identificaram um caso raríssimo no mundo chamado de divertículo gigante do cólon (DGC). O paciente é um homem de 62 anos. Desde que a doença foi identificada pela primeira vez, há 78 anos, ocorreram menos de 200 registros no mundo.
