
Programa emprega usuários de CAPS para oferecer ajuda mútua
Um economista que trabalha no mercado financeiro, enriquece, fica viciado no perigoso jogo do comércio de ações, perde o dinheiro, o casamento e o contato com a família, e vai viver na rua. Uma mulher que, com dois diplomas de ensino superior e histórico de experiências profissionais, não consegue trabalhar porque precisa cuidar de seu filho autista, até se ver financeiramente presa a um casamento abusivo. Histórias de filme. Mas essa era a realidade para Mauro e Camila até o dia em que conheceram, cada qual de um jeito, o projeto Suporte de Pares, presente na rede de Centros de Atenção Psicossocial (CAPS) do município do Rio. A partir dali, a vida tomou outro rumo. Num mesmo lugar, encontraram suporte emocional e, uma vez recuperados, a chance de que precisavam: foram contratados pela própria Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS) e hoje ajudam outras pessoas a traçar novos destinos.

